11 de dezembro de 2006

DIALOGUS sanguis I


"here in the throat(...)you need him to take you from this place, to heal you from your wounds"


Aproximei-me o quanto quis, queria sentir-lhe a vida correr.
no sempre presente oculto, mórbido prazer de conhecer alguém, os tormentos.
Escutei os seus.
Ela acordou, olhou para mim.
Não escondendo um tépido receio, perguntou se eu era a resposta ou se a trazia comigo.
Tão proximo que a minha boca sentia o salgado murmurei grave:
- Esta noite és tu o fim da minha. Não existe alma mas se acreditas no contrário, não temas pela tua. É o sangue que eu quero de ti.